em eletromagnetismo

O processo criativo está vinculado diretamente com a qualidade dos sentimentos envolvidos. Sentimentos positivos como a alegria, amor, felicidade e gratidão nos aproximam rapidamente do que desejamos. Por sua vez, sentimentos negativos, como medo, raiva, ciúme, inveja e tristeza, além de nós afastarem daquilo que desejamos, nos aproximam mais rapidamente daquilo que não queremos ou tememos. Esta é a Lei.

Portanto, se quisermos ser melhores co-criadores, devemos permanecer vibrando o tempo todo nas altas frequências dos sentimentos positivos.

É simples ser alegre, ser feliz. Mas não é o que vemos acontecer com a maioria dos habitantes deste planeta. Ocorre justamente o inverso; pouquíssimas pessoas felizes e a imensa maioria infeliz porque não tem casa, carro, apartamento, barco, avião, quinta com 150 mil cabeças de gado, namorado, etc. As necessidades humanas, na maioria dos casos, são sempre as mesmas: dinheiro ou relacionamentos. Para alguns poucos, o poder.

Que tal começar o dia sentido gratidão por tudo o que já tem, por todas as bênçãos que recebeu na vida? A gratidão tem o poder de aumentar muito a sua frequência vibratória.

Por que você não consegue o que quer, mesmo quando é colocada toda a frequência positiva numa onda de informação para que obtenha tudo o que deseja? É simples, porque não entende como funciona o Universo. Como você pode ter bons resultados se está inserido num sistema que desconhece totalmente?

Usando o jargão da Programação Neuro Linguística (PNL), discernir entre território e mapa é a chave da evolução das pessoas, mas elas confundem os dois.

Território é o real, o mundo objetivo. Mapa são as estórias que nos contaram sobre o mundo, aquilo que colocaram na cabeça das pessoas desde a infância; todo o sistema bde crenças transmitido de geração à geração. De tudo aquilo o que nos foi passado, 99% é sobre o que não funciona, sobre o que não é real. E é por isso que as pessoas não têm resultados. Se tivessem um mapa real do território que as orientassem teriam os resultados que almejam ; não existiriam impedimentos para se conseguir bens materiais e relacionamentos satisfatórios.

Toda vez que se explica, ou se tenta explicar como é o território, a coisa “ferve” por aqui. O planeta inteiro está organizado  em cima de interesses económicos, políticos, sociais, militares e religiosos, em cima do mapa que foi passado há milénios e milénios. Esses interesses são contrários à qualquer mudança nostatus quo. Não passa pela cabeça das pessoas que com a mudança na organização terrestre baseada num novo paradigma mais holístico haveria outra economia e que elas continuariam tendo trabalho, casa, carro, aliás, muito mais facilmente?

Qual a possibilidade de haver uma mudança real e de se explicar como é o território quando todo o mundo, praticamente, está vivendo sobre bases falsas? No momento em que sabemos como é o território, o “castelo de cartas” se desfaz, é evidente, não há outro jeito. Temos que pegar o mapa e substituí-lo por outro baseado na realidade. Simples.

Qual o problema de se aceitar a realidade? Seria ela tão horrível, que a humanidade inteira tem de viver de sonho, de ilusão, de alucinação, de delírio, em cima de falsidades, para não enxergá-la? Quando não se conhece e aceita a realidade os problemas se eternizam.Como não existe estabilidade nos problemas; eles tendem a aumentar indefinidamente devido ao princípio físico da entropia que mede a desordem de um sistema. A ideia de que existe um mundo ou civilização estável que não corre risco algum é pura ilusão. Todas as civilizações que desapareceram pensavam exatamente como se pensa hoje, até um dia antes da queda.

Ou cada ser humano do planeta resolve fazer uma busca interna visando a evolução ou os Arquétipos que estão vivenciando seguirão o seu ritmo natural.

Jung foi o único  que disse o seguinte: ” Dentro do ser humano existem dois centros, um deles é o ego, o outro é o Self , que é quem comanda realmente tudo”. O Self seria o equivalente à nossa essência divina, a centelha de Deus em cada um. Imaginem a força que o ego faz para ignorar de todas as formas possíveis a existência do outro centro! Existem duas forças vivendo simultaneamente dentro de você, e isso pode ser notado e sentido nas oscilações que você apresenta na sua vontade: num momento quer fazer uma coisa, em outro não quer mais. Num momento está entusiasmado, no outro se sente derrotado, sem esperança. Você oscila o tempo todo. E há aqueles que não oscilam nada, pois já perderam totalmente para o lado do ego e ignoram completamente que existe algo como o Self.

Nos primeiros anos de vida, a criança passa pelo processo de inflação , no qual o ego começa a expandir. Esse processo é necessário para que ela tenha saúde mental, seja forte, corajosa, autêntica, tenha todas as qualidades necessárias para estar no mundo. É estritamente necessário que ela desenvolva o ego forte e diferenciado. Isso deveria acontecer o mais rápido possível durante a infância.

Com o ego formado, começaria o processo que Jung chamou de individuação , que é a ligação entre o centro do ego com o centro do Self (o Todo). Portanto, está criança começaria a ligar-se ao Todo e, gradualmente, seu ego iria diminuindo até ser totalmente incorporado pelo Self.

Traduzindo: quando você entra num processo de individuação – e isso tem que ser consciente, através do poder do livre-arbítrio, de boa vontade, sem resistência, sem choramingar, sem reclamar, sem lamentar – seus problemas desaparecerão rapidamente, deixarão de existir as necessidades humanas “normais”. Todavia, se você resiste à individuação, permanecerá inflando o ego indefinidamente, com todas as consequências advindas disto.

E o ego acredita no mapa: ” Se eu trabalhar duro, se eu me esforçar bastante, se eu fizer tudo o que dizem ser preciso, eu também vou comer patinha de caranguejo a US$400; vou ter uma mansão e um carro desportivo”. É muita inocência! Estamos oferendo exemplos a dinheiro, mas isso pode se estender aos relacionamentos, saúde e aos negócios.

É ruim para os negócios saber como é o território (realidade). Mas os negócios são de quem mesmo? Do ego. É ele quem teme perder o mercado se começar a negociar pensando no bem-maior do cliente e não no seu próprio.

Este é o problema. A pessoa só raciocina com o ego e ele se apodera dela. Ela ignora completamente que tem o outro centro, o Self, que é o seu orientador, guia ou mestre, como queiram chamar.

A pessoa nem percebe que seu corpo não lhe pertence. No momento, ela está usando uma quantidade gigantesca de átomos para criar um envoltório para a sua essência, mas ela não é a dona deste corpo. Mas, por achar que é a dona, faz com ele o que bem entende, abusa do veículo de todas as formas.

No momento em que ignora o Self o indivíduo passará a arcar com as consequências, porque atrairá o que se chama “antimatéria “. Antimatéria une-se a matéria natural do corpo e a anula, causando danos à sua estrutura energética be física, o que gera todo o tipo de doença somática. Essa negligência com a própria evolução custa muito caro.

Até breve,

Sim, TU CONSEGUES!

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